Visita do Bispo D. Basílio do Nascimento à paróquia PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Amanhã, dia 25 de Outubro, iremos receber, na Paróquia, o Bispo D. Basílio do Nascimento, Bispo de Baucau, Timor Leste. Está de visita à Paróquia depois de ter participado no Sínodo extraordinário  dos Bispos, em Roma.


A sua visita é para agradecer o trabalho de voluntariado que realizamos na sua Diocese no mês de Agosto, e ao mesmo tempo reflectimos como poderemos dar continuidade a este projecto da Associação VIN POR TI (Voluntariado Internacional Por Timor).

Amanhã à noite, sábado, teremos um jantar onde poderemos escutá-lo e onde daremos conta, com vídeos, fotos e testemunhos dos voluntários das acções desenvolvidas durante a estadia em Baucau.

É com muita alegria e sentido de gratidão que vamos ter, também, a visita do Bispo do Porto, D. António Francisco, que estará presente no jantar. É a primeira vez que, como Bispo do Porto, visita a nossa Paróquia.

São momento para rezarmos, vivermos e nos alegrarmos em comunhão com a Igreja, sentido cada vez mais a paróquia como uma família de famílias.

Pe. Feliciano Garcês
Pároco Nossa Senhora da Boavista

Actualizado em Sexta, 24 Outubro 2014 08:53
 
JANTAR DE REGRESSO DA VIN POR TI PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

A VIN POR TI convida todos a participarem no jantar de regresso dos voluntários.

Teremos muitas surpresas, testemunhos e muita conversa…

 

Data: 25 de Outubro

Hora: 20 horas

Custo: 10 mãozinhas

Inscrição: obrigatória na Secretaria da Paróquia até ao dia 22 de Outubro.

 

Com a presença de

Dom Basílio do Nascimento,

Bispo de Baucau (Timor Leste)

Actualizado em Sábado, 11 Outubro 2014 10:40
 
PARÓQUIA: FAMÍLIA DE FAMÍLIAS EM MISSÃO. PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

No ano passado o nosso empenho foi o de crescer em comunidade, ser uma comunidade com identidade.

Para este ano propomos, seguindo a orientação do nosso Bispo, do Papa Francisco e as orientações da Igreja, o lema: “Paróquia: família de famílias em missão”.

O Papa Francisco, no nº 52 da Exortação Apostólica Alegria do Evangelho, refere que “a humanidade vive, neste momento, uma viragem histórica, (…). São louváveis os sucessos que contribuem para o bem-estar das pessoas, por exemplo, no âmbito da saúde, da educação e da comunicação.”

Identifica “o grande risco do mundo actual, com sua múltipla e avassaladora oferta de consumo, é uma tristeza individualista que brota do coração comodista e mesquinho, da busca desordenada de prazeres superficiais, da consciência isolada. Quando a vida interior se fecha nos próprios interesses, deixa de haver espaço para os outros, já não entram os pobres, já não se ouve a voz de Deus, já não se goza da doce alegria do seu amor, nem fervilha o entusiasmo de fazer o bem. Este é um risco, certo e permanente, que correm também os crentes. Muitos caem nele, transformando-se em pessoas ressentidas, queixosas, sem vida.” (EA 2)

Diante de tudo isto não podemos ficar resignados ou abatidos, mas olhar para o alto, mais além, ser capazes de ousar viver “a um nível superior, mas não com menor intensidade: Na doação, a vida se fortalece; e se enfraquece no comodismo e no isolamento. De facto, os que mais desfrutam da vida são os que deixam a segurança da margem e se apaixonam pela missão de comunicar a vida aos demais. Quando a Igreja faz apelo ao compromisso evangelizador, não faz mais do que indicar aos cristãos o verdadeiro dinamismo da realização pessoal: Aqui descobrimos outra profunda lei da realidade: A vida se alcança e amadurece à medida que é entregue para dar vida aos outros”. Isto é, definitivamente, a missão. (cf. EA 10)

Cresceu a consciência da identidade e da missão dos leigos na Igreja. Embora não suficiente, pode-se contar com um numeroso laicado, dotado de um arreigado sentido de comunidade e uma grande fidelidade ao compromisso da caridade, da catequese, da celebração da fé.

Recordemos como motivação e alento para a nossa caminhada o exemplo, como refere o nº 263 da exortação apostólica: “é salutar recordar-se dos primeiros cristãos e de tantos irmãos ao longo da história que se mantiveram transbordantes de alegria, cheios de coragem, incansáveis no anúncio e capazes de uma grande resistência activa. Há quem se console, dizendo que hoje é mais difícil; temos, porém, de reconhecer que o contexto do Império Romano não era favorável ao anúncio do Evangelho, nem à luta pela justiça, nem à defesa da dignidade humana”.

Com a graça de Deus, e intercessão maternal da Nossa Senhora da Boavista a nossa paróquia será uma família de famílias em missão.