Dia da Mãe

Celebramos no dia 6 de maio, primeiro domingo do mês dedicado a Maria, o dia da Mãe.

No dia da Mãe, 6 de maio, teremos a nossa habitual Venda de Bolos depois das missas.

Rezemos por todas as mães para que sejam sempre o regaço e baluarte seguro dos seus filhos!

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Dia Diocesano da Família

Vai ter lugar no próximo dia 24 de abril, no Palácio de Cristal o 15º DIA DIOCESANO DA FAMÍLIA, este ano antecipado em virtude da presença da Imagem Peregrina na Diocese, para homenagearmos os casais que, ao longo deste ano, perfazem 10, 25, 50 e 60 anos de vida matrimonial.

O dia está organizado segundo o seguinte esquema:

  • Das 14h00m às 15h30m: Acolhimento e acomodação dos jubilados –
  • Das 15h30m às 16h00m: Preparação da Eucaristia
  • Às 16h00m: Eucaristia

Com os jubilados venham os filhos e os netos – é o DIA DIOCESANO DA FAMÍLIA - dar graças ao Senhor e confiar à Virgem de Fátima, Rainha das famílias, a família diocesana.

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Dia Diocesano da Família – 27 de maio

Como já é tradição, vamos celebrar na Festividade da Santíssima Trindade o DIA DIOCESANO DA FAMÍLIA, esta celebração terá lugar em GONDOMAR, no pavilhão Multiusos, no qual homenageamos os casais que, ao longo deste ano, perfazem 10, 25, 50 e 60 anos de vida matrimonial.

O programa é o seguinte:

14.00 h - Acolhimento aos jubilados
15.00 h - Acomodação dos participantes e preparação da Eucaristia
15.30 h - Concelebração Eucarística

Tendo em vista uma indispensável preparação dos jubilados, sugerimos às Comunidades que:

  • Motivem os jubilados a participar na celebração, não inscrevendo ninguém sem a sua anuência e/ou apenas para receber diploma.
  • Realizem 3 reuniões de reflexão e partilha sobre os temas propostos no site do Secretariado (http://pastoralfamiliarporto.pt) ou outros, preferencialmente partindo da “Amoris Laetitia”.
  • Proporcionem aos casais jubilados acesso ao Sacramento da Reconciliação.

Fonte: www.diocese-porto.pt

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Dia Diocesano de Família: Matrimónio um Caminho de Alegria

Como já é tradição, celebra-se na Festividade da Santíssima Trindade o DIA DIOCESANO DA FAMÍLIA, no qual são homenageados os casais que, ao longo deste ano, perfazem 10, 25, 50 e 60 anos de vida matrimonial e que por isso receberão uma bênção personalizada do Senhor Bispo.

O programa é o seguinte:
14.00 h - Acolhimento aos jubilados
15.00 h - Acomodação dos participantes e preparação da Eucaristia
15.30 h - Concelebração Eucarística, presidida por D. António Francisco dos Santos

Esta celebração terá lugar em MATOSINHOS, no Centro de Desportos e Congressos, localizado na rua Nova do Estádio 244, 4460-381 SENHORA DA HORA (GPS 41.184755,-8.66695) e servido pelas estações do metro (linha A) "Pedro Hispano" e "Estádio do Mar".

Tendo em vista uma indispensável preparação dos jubilados, sugerimos às Comunidades que realizem 3 reuniões de reflexão e partilha sobre os temas propostos no site do Secretariado (http://pastoralfamiliarporto.pt) ou outros, preferencialmente partindo da “Amoris Laetitia”, e que proporcionem aos casais jubilados acesso ao Sacramento da Reconciliação.

As inscrições fazem-se através do preenchimento da ficha disponível em anexo e no site do Secretariado (pastoralfamiliarporto.pt) e devem ser enviadas aos Casais de Ligação às respetivas Vigararias por via eletrónica (e-mail), impreterivelmente até 27 de maio!

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Dia dos Avós

Ao celebrarmos a memória litúrgica de São Joaquim e Santa Ana, pais da Virgem Santa Maria, a Mãe de Jesus e Mãe nossa, saudamos todos os avós, congratulando-nos com o dom e a fecundidade das suas vidas.

Os avós são uma graça que, porventura, nem sempre sabemos valorizar. Livres da pressa e do rendimento do trabalho, ensinam-nos a apreciar as coisas com gratidão e sabedoria. Marcados pela vida, guardam na memória ensinamentos do passado que previnem erros do futuro. São, no seu testemunho de oração constante e de resistência pacífica, uma verdadeira escola de evangelho. Podem ser o fiel da balança, no equilíbrio de gerações.

Os avós são, na família, uma espécie de altar da sabedoria. Portanto, esquecer os avós é fazer tábua rasa da memória da nossa própria história familiar, das virtudes e defeitos que nos correm no sangue.

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