Jubileu da Misericórdia: Misericordiosos como o Pai

Tem início dia 8 de dezembro de 2015 até ao dia 20 de novembro de 2016 o Jubileu dedicado à Misericórdia. Saiba mais um pouco acerca deste momento tão importante para toda a Igreja.

Ao Venerado Irmão
D. Rino Fisichella
Presidente do Pontifício Conselho
para a Promoção da Nova Evangelização

 

A proximidade do Jubileu Extraordinário da Misericórdia permite-me focar alguns pontos sobre os quais considero importante intervir para consentir que a celebração do Ano Santo seja para todos os crentes um verdadeiro momento de encontro com a misericórdia de Deus. Com efeito, desejo que o Jubileu seja uma experiência viva da proximidade do Pai, como se quiséssemos sentir pessoalmente a sua ternura, para que a fé de cada crente se revigore e assim o testemunho se torne cada vez mais eficaz.

 

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Jubileu Sacerdotal de D. António Taipa

Os meses de julho e agosto são, há várias décadas, o tempo escolhido para a celebração das ordenações presbiterais na nossa Diocese. Desde sempre, mas com acrescido entusiasmo nos últimos tempos, a celebração do aniversário da ordenação para o ministério ordenado assume um particular sentido de louvor a Deus e de gratidão aos sacerdotes por parte das as comunidades paroquiais e das instituições locais e diocesanas.
Esta evocação da memória do tempo e esta afirmação da gratidão do coração fazem da alegria de cada sacerdote e de cada comunidade o júbilo de toda a Igreja do Porto.

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Jubileu: A Porta Santa é «Alguém»

Cardeal-patriarca de Lisboa presidiu à abertura da «Porta da Misericórdia» na Sé de Lisboa

Lisboa, 13 dez 2015 (Ecclesia) – O cardeal-patriarca de Lisboa afirmou na celebração de abertura da Porta Santa na catedral diocesana que “a Porta é Alguém” e, em Ano Jubilar, constitui uma oportunidade para entrar nos “sentimentos de Deus”, que são de misericórdia.

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Jubileus de Vida Religiosa

A Vida Religiosa é uma vida de total consagração a Deus e ao serviço dos irmãos. Sucedem-se os anos de generoso serviço e dedicação, vividos tantas vezes no silêncio e na discrição dum quotidiano feito de oração, de trabalho e de partilha na Comunidade em que estamos inseridos.

Há ocasiões que merecem ser assinaladas de maneira particular, sobretudo quando celebramos datas jubilares dessa mesma consagração. São momentos de celebração que servem sobretudo para os próprios agradecerem a Deus o dom da fidelidade e da perseverança, apesar das dificuldades e obstáculos enfrentados. Mas servem também para todos nós agradecermos o dom que cada um é para nós e o exemplo de consagração e de generosa dedicação que nos transmitem.

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