Uma comunidade acolhedora e servidora.
Pe. Feliciano Garcês

Partilha

Caros paroquianos

Chegado o tempo de verão, muitos partem para uns dias de descanso, viagens em família, reencontros com amigos ou simplesmente um ritmo mais calmo. As férias são um dom: ajudam a recuperar forças, a cuidar das relações e a recentrar a vida no essencial.

Mas Deus não tira férias. E a fé também precisa de ser alimentada neste tempo. Mesmo em ritmo mais leve a nossa paróquia continua viva e são tantos os rostos que fazem da nossa comunidade um verdadeiro sinal de esperança na cidade.

Este é, aliás, o grande convite do Jubileu da Esperança que estamos a viver: sermos uma Igreja em caminho, com os olhos postos no futuro, mas de coração enraizado em Cristo. Também nas férias, somos chamados a ser peregrinos da esperança, onde quer que estejamos.

Por isso, não deixem de viver a fé, participando na Eucaristia, rezando em família ou tirando um tempo de silêncio pensar, meditar e reflectir; lembrem-se da paróquia, com uma oração, uma palavra, uma presença; voltem com alegria e prontidão, para juntos prepararmos iniciarmos o novo ano pastoral, com renovado entusiasmo e espírito de missão. Todos somos chamados a fazer parte, todos podem dar um bocadinho para o bem de todos.

Aproveito para informar que soubemos ontem, por nomeação do Sr. Bispo D. Manuel Linda, que o Pe. António Loureiro é Pároco in solidum juntamente comigo. Quero dar as boas vindas ao Pe. António Loureiro. Gostaria, também, de agradecer ao Pe. José Agostinho, dispensado do múnus de Vigário Paroquial, o tempo que esteve connosco.

Desejo-vos um tempo sereno, alegre e cheio da graça de Deus. Que estas férias sejam também um tempo jubilar: tempo de renovar a esperança, de cuidar da fé, de saborear o dom da vida. 

Pe. Feliciano Garcês
Pároco de Nossa Senhora da Boavista

Partilha

 

Celebrações Semana Santa

 

10 de abril: Domingo de Ramos

Bênção de Ramos:
Igreja Paroquial, sábado às 16;
Igreja dos Pastorinhos às 18h.
Domingo:
Igreja Paroquial: às 10h45 e 19h.

11 de abril: Segunda-feira Santa
Celebração Penitencial,
Igreja Paroquial, às 21h30.

14 de abril: Quinta-Feira Santa
Celebração da Missa Crismal,
Sé do Porto, às 10h.
Missa da Ceia do Senhor, às 19h
Adoração do Santíssimo:
20h 30m - 21h: Ministros Comunhão
21h - 21h 30m: Leitores
21h 30m - 22h: Catequistas.
22h - 22h 30m: Grupos de Jovens
22h 30m - 23h: Comunidade.

15 de abril: Sexta-feira Santa
Celebração Paixão do Senhor, às 15h.
Via-Sacra, em Francos, às 21h 30m.

16 de abril: Sábado Santo
Celebração Vigília Pascal, às 21h 30m.
 
17 de abril: Domingo de Páscoa
O horário das missas de domingo

Juntos por um caminho novo.
Pe. Feliciano Garcês

Partilha

A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) informou que o uso de máscara deixa de ser obrigatório dentro das igrejas.

Segundo a CEP, "deixa de ser obrigatório o uso das máscaras nos espaços das celebrações e outras atividades pastorais da Igreja".

Contudo, "sabendo que a pandemia ainda não terminou e num sentido de bom senso e responsabilidade comum, recomenda-se que haja cuidados acrescidos nos espaços fechados onde o devido arejamento nem sempre é possível".

A CEP informa ainda que se mantém em vigor as restantes orientações emitidas a 28 de fevereiro de 2022, entre elas:

  • manter um "distanciamento responsável entre as pessoas, à exceção daqueles que são do mesmo agregado familiar";
  • "a recolha da coleta pode realizar-se no momento do ofertório, observando-se as devidas normas de segurança e de saúde";
  • a saudação da paz (que é facultativa) pode acontecer "através de um sinal sem contacto físico", como uma vénia ou inclinação;
  • a Comunhão "deve continuar a ser ministrada apenas na mão dos fiéis, mantendo-se a higienização das mãos antes da Comunhão";
  • nas confissões deve haver "suficiente distância entre o confessor e o penitente";
  • "na visita e na comunhão aos doentes, bem como nas unções sacramentais, proceda-se com os cuidados adequados de higiene e segurança";
  • "antes e depois dos ritos que comportem algum contacto físico com pessoas ou objetos, os ministros devem proceder à higienização das mãos";
  • "as pias de água benta junto às entradas da igreja continuarão vazias".
Partilha