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No dia 17 de junho celebrámos o 9º aniversário da dedicação da Igreja dos Pastorinhos, em Francos. Antes do início da celebração procedeu-se à bênção do novo órgão, um órgão de tubos.
Este órgão de tubo, de origem britânica, foi restaurado por uma empresa de Santo Tirso. Irá contribuir para uma maior dignidade litúrgica das celebrações daquela Igreja.

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Atividades Pastorais

A Acompanhando a evolução de todas as actividades em geral, também, a vida da paróquia vai desconfinando.

Alguns grupos voltaram a ter encontros presenciais, de modo particular, a catequese e os grupos de jovens.

No início do mês de maio, se as actuais condições permanecerem, teremos oportunidade de reiniciar outras e, de modo particular, celebrar o mês de Maio, com a oração do terço.

Assim, na Igreja Paroquial, mantemos a adoração ao Santíssimo antes da missa das 12h30m. A oração do terço será às 18h. Seria bom que cada dia um dos grupos pastorais estivesse presente, por exemplo grupos de catequese, grupos de jovens, leitores… Para isso estará na secretaria da paróquia uma lista onde se podem inscrever para orientar a oração do terço em cada dia. Estará, também, disponível uma meditação para cada mistério para ser lida durante a recitação do terço. Porém se algum grupo quiser usar outros textos pode fazê-lo.

 
 
Na Igreja dos Pastorinhos, em Francos, a oração do terço será às 21h, de segunda-feira a sexta-feira. No sábado e domingo será antes da missa.

Ao longo dos meses de maio e junho teremos as celebrações da primeira comunhão e profissão de fé. Serão sempre ao sábado às 11h. Decidimos assim para podermos ter mais segurança nas celebrações. Pede-se, de modo particular, aos pais das crianças que procurem mais informações junto dos catequistas de cada ano.

A pandemia continua, por isso é necessário o cuidado de todos. Há grupos que necessitam de mais gente, por exemplo, grupo do acolhimento.

Procuremos, todos, viver este tempo com fé, alegria e disponibilidade. Para que tudo isto aconteça é necessário empenho de tantos, procuremos ajudar e colaborar unidos como família cristã.

 
Pe Felciciano Garcês
 
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NOTA DO PRESIDENTE DA CEVM SOBRE A 58ª SEMANA DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES CONSAGRADAS

 A semana que se inicia no dia 18 de abril tem, para os cristãos, um sentido especial: somos convidados a intensificar a oração pelas vocações consagradas. Esta intenção já está presente na oração quotidiana de muitas pessoas e comunidades cristãs mas, durante estes dias, é toda a Igreja que se une na mesma prece ao Senhor da messe para que envie mais trabalhadores para a sua messe.

O ponto culminante desta semana é a celebração do 4º domingo da Páscoa, Domingo do Bom Pastor. Esta feliz coincidência evidencia que, na oração, nos dirigimos a Deus por Cristo e com Cristo, o pastor que deu a sua vida pelas suas ovelhas, aquele que ressuscitou dos mortos e pelo Espírito continua a conduzir o seu povo, chamando alguns para exercerem o ministério pastoral em seu nome. Desta forma significamos o valor e a especificidade da vocação consagrada e a sua importância para a missão da Igreja, aquela que lhe foi outorgada por Jesus Ressuscitado.

Na tradição cristã a oração está sempre aberta à contemplação e à reflexão. Contemplando a Cristo no seu mistério pascal, olhamos com preocupação e com esperança a realidade atual em que é patente, por um lado, a carência de vocações consagradas mas em que, por outro, vão surgindo pequenos sinais de novidade. Quanto à reflexão, ela pode ser estimulada e enriquecida pela mensagem do Papa Francisco, intitulada: «São José: o sonho da vocação». Como o título indica, o Santo Padre propõe-nos a figura de São José como aquele que «vem em nossa ajuda com a sua mansidão» e que pode «com o seu forte testemunho, guiar-nos no caminho». A partir da vida de São José, relatada no evangelho, o Papa Francisco sugere-nos três palavras-chave para a vocação de cada um: sonho, serviço e fidelidade.

A realização desta semana devia servir também para despertar a consciência de todos para a problemática da vocação, dado que, por vezes fica a impressão de que é um tema esquecido ou secundarizado. Precisamos de incrementar uma verdadeira cultura vocacional que ajude os cristãos, a começar pelos mais jovens, a olhar a vida numa outra perspetiva, a da vocação. A esta luz, as várias escolhas que se fazem na vida não se reduzem a meras escolhas pragmáticas, nem podem esquecer que tudo constitui uma vocação. «Trata-se, em suma, de reconhecer para que fui criado, qual o sentido da minha passagem por esta terra, qual o projeto do Senhor para a minha vida» (CV, 256).

Nestes dias, é igualmente oportuno e necessário revalorizar a vocação consagrada, apresentada, no conjunto das outras vocações, com a sua especificidade e a sua riqueza própria. De facto, «no discernimento de uma vocação não se deve descartar a possibilidade da consagração a Deus no sacerdócio, na vida religiosa ou noutras formas de consagração» (CV, 276). Estamos certos que o Senhor continua a chamar e sabemos também que esse chamamento é atraente e fascinante. Importa, por isso, tudo fazer no sentido de criar as condições exteriores e interiores para que o

chamamento divino seja escutado e o processo de discernimento seja bem acompanhado de forma a desembocar em decisões livres, corajosas e sempre sustentadas no amor e na fidelidade de Deus.

Nesta ocasião, a Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios (CEVM) manifesta o seu reconhecimento a todos aqueles e aquelas que, nas dioceses, congregações religiosas e outras instâncias eclesiais, se têm empenhado de forma dedicada na obra das vocações. Agradece ainda a todas as pessoas que colaboraram na elaboração dos materiais de apoio para esta semana.

São José, guardião das vocações, nos acompanhe com coração de Pai.
Cristo Ressuscitado, o Bom Pastor, nos conduza, nos proteja e abençoe.
 
Vila Real, 9 de abril de 2021
+António Augusto de Oliveira Azevedo
Presidente da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios
 
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Santa Páscoa

Algumas mulheres foram ao sepulcro. Tristes e abatidas, caminhavam com a cabeça baixa, iam embalsamar o corpo de Jesus. Estão ainda desorientadas pelos acontecimentos dramáticos a que assistiram, tanto que somente durante o percurso se lembram da pedra que fecha a entrada do sepulcro.

Olhando para elas, podemo-nos ver a nós diante da morte:
- Vão ao cemitério: ao lugar onde a morte celebra o seu triunfo, e diante do seu enorme poder, nada mais podem fazer senão inclinar-se e chorar.

- Vão para tratar do cadáver, para embalsamar o corpo, mas não fazem mais que perpetuar os efeitos devastadores da morte.

- Sabem que o encontro com as pessoas queridas é irremediavelmente interrompido. O mundo dos vivos e dos mortos estão separados por uma enorme pedra que ninguém pode remover.
 
- Caminham na escuridão da noite. Tudo é desolação, tristeza e desconforto.

Eis que surge um raio de luz: ao nascer do sol, chegam ao túmulo. Para S. Marcos é o sinal que antecipa o sepulcro vazio. A noite terminou, a pedra foi desviada, mesmo que fosse muito grande, o túmulo está aberto. Aquilo que ninguém era capaz de fazer, foi feito por Deus: anulou para sempre o poder da morte.

O jovem sentado à direita, vestido com uma veste branca, representa a interpretação do céu. E o que as mulheres, e com elas todos nós, devemos entender à luz da fé: Jesus Nazareno, o Crucificado, ressuscitou, não está aqui. E inútil procurá-lo no túmulo.

Ele é identificado como o Crucificado, e será sempre o Crucificado, porque a sua morte é a manifestação clara daquilo que foi toda a sua vida: um dom.

Onde é que Ele agora nos marca encontro? Qual será o lugar onde o poderemos encontrar?

Não é no lugar da morte que nós podemos encontrar o Senhor ressuscitado, mas no encontro comunitário.

Quando, no dia do Senhor, a comunidade dos discípulos se reúne para escutar a Palavra e partir o pão, ali o Ressuscitado está presente no meio dos irmãos, ali pode ser escutado e visto, com os olhos da fé.

Unidos como família cristã
Pe. Feliciano Garcês
 
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Grupo de Acólitos

Site do Grupo de Acólitos da Paróquia da Nossa Senhora da Boavista.

Diocese do Porto

Site da Diocese do Porto.