Atividades Pastorais

A Acompanhando a evolução de todas as actividades em geral, também, a vida da paróquia vai desconfinando.

Alguns grupos voltaram a ter encontros presenciais, de modo particular, a catequese e os grupos de jovens.

No início do mês de maio, se as actuais condições permanecerem, teremos oportunidade de reiniciar outras e, de modo particular, celebrar o mês de Maio, com a oração do terço.

Assim, na Igreja Paroquial, mantemos a adoração ao Santíssimo antes da missa das 12h30m. A oração do terço será às 18h. Seria bom que cada dia um dos grupos pastorais estivesse presente, por exemplo grupos de catequese, grupos de jovens, leitores… Para isso estará na secretaria da paróquia uma lista onde se podem inscrever para orientar a oração do terço em cada dia. Estará, também, disponível uma meditação para cada mistério para ser lida durante a recitação do terço. Porém se algum grupo quiser usar outros textos pode fazê-lo.

 
 
Na Igreja dos Pastorinhos, em Francos, a oração do terço será às 21h, de segunda-feira a sexta-feira. No sábado e domingo será antes da missa.

Ao longo dos meses de maio e junho teremos as celebrações da primeira comunhão e profissão de fé. Serão sempre ao sábado às 11h. Decidimos assim para podermos ter mais segurança nas celebrações. Pede-se, de modo particular, aos pais das crianças que procurem mais informações junto dos catequistas de cada ano.

A pandemia continua, por isso é necessário o cuidado de todos. Há grupos que necessitam de mais gente, por exemplo, grupo do acolhimento.

Procuremos, todos, viver este tempo com fé, alegria e disponibilidade. Para que tudo isto aconteça é necessário empenho de tantos, procuremos ajudar e colaborar unidos como família cristã.

 
Pe Felciciano Garcês
 
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NOTA DO PRESIDENTE DA CEVM SOBRE A 58ª SEMANA DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES CONSAGRADAS

 A semana que se inicia no dia 18 de abril tem, para os cristãos, um sentido especial: somos convidados a intensificar a oração pelas vocações consagradas. Esta intenção já está presente na oração quotidiana de muitas pessoas e comunidades cristãs mas, durante estes dias, é toda a Igreja que se une na mesma prece ao Senhor da messe para que envie mais trabalhadores para a sua messe.

O ponto culminante desta semana é a celebração do 4º domingo da Páscoa, Domingo do Bom Pastor. Esta feliz coincidência evidencia que, na oração, nos dirigimos a Deus por Cristo e com Cristo, o pastor que deu a sua vida pelas suas ovelhas, aquele que ressuscitou dos mortos e pelo Espírito continua a conduzir o seu povo, chamando alguns para exercerem o ministério pastoral em seu nome. Desta forma significamos o valor e a especificidade da vocação consagrada e a sua importância para a missão da Igreja, aquela que lhe foi outorgada por Jesus Ressuscitado.

Na tradição cristã a oração está sempre aberta à contemplação e à reflexão. Contemplando a Cristo no seu mistério pascal, olhamos com preocupação e com esperança a realidade atual em que é patente, por um lado, a carência de vocações consagradas mas em que, por outro, vão surgindo pequenos sinais de novidade. Quanto à reflexão, ela pode ser estimulada e enriquecida pela mensagem do Papa Francisco, intitulada: «São José: o sonho da vocação». Como o título indica, o Santo Padre propõe-nos a figura de São José como aquele que «vem em nossa ajuda com a sua mansidão» e que pode «com o seu forte testemunho, guiar-nos no caminho». A partir da vida de São José, relatada no evangelho, o Papa Francisco sugere-nos três palavras-chave para a vocação de cada um: sonho, serviço e fidelidade.

A realização desta semana devia servir também para despertar a consciência de todos para a problemática da vocação, dado que, por vezes fica a impressão de que é um tema esquecido ou secundarizado. Precisamos de incrementar uma verdadeira cultura vocacional que ajude os cristãos, a começar pelos mais jovens, a olhar a vida numa outra perspetiva, a da vocação. A esta luz, as várias escolhas que se fazem na vida não se reduzem a meras escolhas pragmáticas, nem podem esquecer que tudo constitui uma vocação. «Trata-se, em suma, de reconhecer para que fui criado, qual o sentido da minha passagem por esta terra, qual o projeto do Senhor para a minha vida» (CV, 256).

Nestes dias, é igualmente oportuno e necessário revalorizar a vocação consagrada, apresentada, no conjunto das outras vocações, com a sua especificidade e a sua riqueza própria. De facto, «no discernimento de uma vocação não se deve descartar a possibilidade da consagração a Deus no sacerdócio, na vida religiosa ou noutras formas de consagração» (CV, 276). Estamos certos que o Senhor continua a chamar e sabemos também que esse chamamento é atraente e fascinante. Importa, por isso, tudo fazer no sentido de criar as condições exteriores e interiores para que o

chamamento divino seja escutado e o processo de discernimento seja bem acompanhado de forma a desembocar em decisões livres, corajosas e sempre sustentadas no amor e na fidelidade de Deus.

Nesta ocasião, a Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios (CEVM) manifesta o seu reconhecimento a todos aqueles e aquelas que, nas dioceses, congregações religiosas e outras instâncias eclesiais, se têm empenhado de forma dedicada na obra das vocações. Agradece ainda a todas as pessoas que colaboraram na elaboração dos materiais de apoio para esta semana.

São José, guardião das vocações, nos acompanhe com coração de Pai.
Cristo Ressuscitado, o Bom Pastor, nos conduza, nos proteja e abençoe.
 
Vila Real, 9 de abril de 2021
+António Augusto de Oliveira Azevedo
Presidente da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios
 
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Santa Páscoa

Algumas mulheres foram ao sepulcro. Tristes e abatidas, caminhavam com a cabeça baixa, iam embalsamar o corpo de Jesus. Estão ainda desorientadas pelos acontecimentos dramáticos a que assistiram, tanto que somente durante o percurso se lembram da pedra que fecha a entrada do sepulcro.

Olhando para elas, podemo-nos ver a nós diante da morte:
- Vão ao cemitério: ao lugar onde a morte celebra o seu triunfo, e diante do seu enorme poder, nada mais podem fazer senão inclinar-se e chorar.

- Vão para tratar do cadáver, para embalsamar o corpo, mas não fazem mais que perpetuar os efeitos devastadores da morte.

- Sabem que o encontro com as pessoas queridas é irremediavelmente interrompido. O mundo dos vivos e dos mortos estão separados por uma enorme pedra que ninguém pode remover.
 
- Caminham na escuridão da noite. Tudo é desolação, tristeza e desconforto.

Eis que surge um raio de luz: ao nascer do sol, chegam ao túmulo. Para S. Marcos é o sinal que antecipa o sepulcro vazio. A noite terminou, a pedra foi desviada, mesmo que fosse muito grande, o túmulo está aberto. Aquilo que ninguém era capaz de fazer, foi feito por Deus: anulou para sempre o poder da morte.

O jovem sentado à direita, vestido com uma veste branca, representa a interpretação do céu. E o que as mulheres, e com elas todos nós, devemos entender à luz da fé: Jesus Nazareno, o Crucificado, ressuscitou, não está aqui. E inútil procurá-lo no túmulo.

Ele é identificado como o Crucificado, e será sempre o Crucificado, porque a sua morte é a manifestação clara daquilo que foi toda a sua vida: um dom.

Onde é que Ele agora nos marca encontro? Qual será o lugar onde o poderemos encontrar?

Não é no lugar da morte que nós podemos encontrar o Senhor ressuscitado, mas no encontro comunitário.

Quando, no dia do Senhor, a comunidade dos discípulos se reúne para escutar a Palavra e partir o pão, ali o Ressuscitado está presente no meio dos irmãos, ali pode ser escutado e visto, com os olhos da fé.

Unidos como família cristã
Pe. Feliciano Garcês
 
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Domingos de Ramos: A Fidelidade

A Aliança no Sinai tinha sido selada com o sangue de animais (Ex 24,8): os sacrifícios de animais são substituídos agora por um sacrifício novo, cujo sangue de Cristo realiza eficazmente a união definitiva entre Deus e os homens. Em Cristo, o Servo Sofredor, cumpre-se, com o dom da Sua própria vida, a promessa da nova Aliança: graças ao Sangue de Jesus mudam-se os corações e é-nos dado o Espírito de Deus. Pode perspetivar-se aqui a Cruz, como arco quebrado e novo arco-íris, que liga o céu e a terra, Deus e os homens (Bento XVI, Homilia no Domingo de Ramos, 9.4.2006).

O início da Semana Santa, no Domingo de Ramos, coloca-nos a todos na imitação e no seguimento de Jesus, que tendo amado os seus, os amou até ao fim, permanecendo fiel ao Seu amor por nós (cf. Jo 13,1). Nesta perspetiva, pode valorizar-se o tema da fidelidade à palavra dada, da fidelidade às promessas, nas pequenas e nas grandes coisas, ao longo da vida e em família [Cf. Papa Francisco, Audiência, 21.10.2015; fidelidade ao dom da vida (AL 47); fidelidade na família (AL 66); fidelidade conjugal (AL 73; 77; 89; 123; 162; 231)].

 
Em família, podemos:
  • Celebrar a oração proposta e/ou adaptada.
  • Decorar a Cruz e, junto dela, colocar o vaso onde germina a semente (cf. 1.º Domingo da Quaresma).
  • Programar a participação da família nas celebrações comunitárias do Tríduo Pascal (de modo presencial, se tal já for possível).
  • Colocar um ramo de oliveira, à porta de casa.

    Domingo de Ramos da Paixão do Senhor - Fidelidade
    Antes ou depois da participação na Eucaristia deste Domingo, celebrada em comunidade na Igreja, a família pode reunir--se junto do cantinho da oração. Para além da «arca do tesouro» que já nos é familiar, colocam-se nesse espaço uma imagem de Cristo crucificado, uma vela ou candeia para acender antes da proclamação do Evangelho e um vaso ou jarra com alguns ramos de oliveira, palmeira ou outra planta verde.
    Cada família poderá adaptar o esquema conforme as necessidades.
    Guia - Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
    R. Ámen.
    G. Hossana ao Filho de David.
    Bendito o que vem em nome do Senhor.
    R. A Ele a honra e a glória para sempre.
    G. Depois [antes] de termos feito memória da entrada de Jesus em Jerusalém em comunidade [paroquial], queremos aclamar a Cristo, em nossa casa e dirigir-lhe as nossas preces por nós, por aqueles a quem mais queremos e por toda a humanidade. Peçamos a graça de o seguir até à Cruz e à Ressurreição. A sua paixão mude o nosso coração e enriqueça a nossa vida com frutos de boas obras.
    G. Deus eterno e omnipotente: com um ramo de oliveira, anunciastes a Noé e aos seus filhos a misericórdia e a aliança com todas as criaturas; e, com ramos de árvores, quisestes que o vosso Filho Jesus fosse aclamado Messias, Rei de Paz, humilde e manso, vindo para cumprir a aliança definitiva: olhai para esta vossa família que deseja acolher com fé o Salvador e concedei-nos a graça de o seguir até à Cruz, para participar na sua Ressurreição. Ele que vive e reina, pelos séculos dos séculos.
    R. Ámen
    G.   Rezemos juntos parte do Salmo 46 (47):
    R.   Glória e louvor a Vós, Cristo Salvador!

    Povos todos, batei palmas, *
    aclamai a Deus com brados de alegria,
    porque o Senhor, o Altíssimo, é terrível, *
    o Rei soberano de toda a terra.
    Deus subiu entre aclamações, *
    o Senhor subiu ao som da trombeta.
    Cantai hinos a Deus, cantai, *
    cantai hinos ao nosso Rei, cantai.
    Deus é Rei do universo: *
    cantai os hinos mais belos.
    Deus reina sobre os povos, *
    Deus está sentado no trono sagrado.
    Reuniram-se os príncipes dos povos *
    ao povo do Deus de Abraão.
    Porque a Deus pertencem os poderes da terra, *
    Ele está acima de todas as coisas.
    G. Escutemos a Palavra de Deus:
    Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos (Mc 11, 1-10)

    Naquele tempo, ao aproximarem-se de Jerusalém, cerca de Betfagé e de Betânia, junto do monte das Oliveiras, Jesus enviou dois dos seus discípulos e disse-lhes: «Ide à povoação que está em frente e, logo à entrada, vereis um jumentinho preso, que ninguém montou ainda. Soltai-o e trazei-o. E se alguém perguntar porque fazeis isso, respondei: ‘O Senhor precisa dele, mas não tardará em mandá-lo de volta’». Eles partiram e encontraram um jumentinho, preso a uma porta, cá fora na rua, e soltaram-no. Alguns dos que ali estavam perguntaram-lhes: «Porque estais a desprender o jumentinho?». Responderam-lhes como Jesus tinha dito, e eles deixaram-nos ir. Levaram o jumentinho a Jesus, lançaram-lhe por cima as capas, e Jesus montou nele. Muitos estenderam as suas capas no caminho e outros, ramos de verdura, que tinham cortado nos campos. E tanto os que iam à frente como os que vinham atrás clamavam: «Hossana! Bendito O que vem em nome do Senhor! Bendito o reino que vem, o reino do nosso pai David! Hossana nas alturas!». Palavra da salvação.

    R. Glória a Vós, Senhor!
    G. Agora, com os mesmos sentimentos de Jesus Cristo e unidos a Ele, tendo no coração os sofrimentos e as aspirações de toda a humanidade, rezemos:
    T. Pai nosso…
    G. Pai de infinita bondade, olha para a nossa família e para toda a humanidade: Nosso Senhor Jesus Cristo, que não hesitou em entregar-se nas mãos dos malvados e sofrer o suplício da Cruz, nos acompanhe com a sua misericórdia e abra o nosso coração à esperança. Ele que vive e reina pelos séculos dos séculos.
    R. Ámen

    ATIVIDADE
    Ornamentar a cruz com ramos verdes;
    Colocar junto da Cruz o vaso onde germina a semente (cf. 1.º Domingo da Quaresma).
    Combinar, em família, a participação nas várias celebrações do Tríduo Pascal.

    BÊNÇÃO
    Todos fazem o sinal da cruz, enquanto o/a Guia conclui:
    G. O Senhor nos abençoe, nos livre de todo o mal e nos conduza à vida eterna.
    R. Ámen.
 
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Semana Santa

De acordo com as orientações das diversas entidades competentes, tendo sempre presente o cuidado necessário porque continuamos em tempo de pandemia, poderemos celebrar a Páscoa.
Assim teremos as seguintes celebrações:

Domingo de Ramos da Paixão do Senhor.
Igreja Paroquial: sábado às 16h e às 19h; domingo às 10h 45m, 12h, 13h15m e às 19h.
Igreja dos Pastorinhos: sábado às 18h; domingo às 9h30m.
Serão disponibilizados ramos à entrada da Igreja. Um por pessoa, não pode haver entrega ou troca de ramos.

Quinta-Feira Santa
Missa da Ceia do Senhor, às 19h.
Adoração do Santíssimo: após a missa até às 21h.

Sexta-feira Santa
Celebração da Paixão do Senhor, às 15h. O ato de adoração da Cruz mediante o beijo seja limitado só ao presidente da celebração. Os restantes podem fazer aproximação à cruz e genufletir, ou uma inclinação profunda.

Sábado Santo
Celebração da Vigília Pascal, às 21h30m.

Domingo da Páscoa da Ressurreição do Senhor
O horário das missas é o habitual dos domingos. às 10h 45m, 12h, 13h15m e às 19h. Igreja dos Pastorinhos: às 9h30m.

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Grupo de Acólitos

Site do Grupo de Acólitos da Paróquia da Nossa Senhora da Boavista.

Diocese do Porto

Site da Diocese do Porto.