Ateliê de Pintura

Estão abertas as inscrições na Paróquia de Nossa senhora da Boavista para um ateliê de pintura que será ministrado por uma pessoa com sensibilidade artística e formação na área.

Os interessados deverão trazer consigo as telas e as tintas. Por seu lado a paróquia cede o espaço e os cavaletes. O ateliê terá lugar dois dias por semana durante cerca de duas horas. O horário de funcionamento será combinado posteriormente conforme a disponibilidade dos inscritos.

Faça aqui download da ficha de inscrição

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Caminhada das Cinzas ao Pentecostes 2018

Propomos a todos, famílias, paróquias, comunidades religiosas, instituições, escolas católicas, movimentos e associações, uma caminhada diocesana para os tempos litúrgicos que vivemos, entre as Cinzas e o Pentecostes, como oportunidade de dinamização pastoral e de exercício espiritual, que é sempre, e simultaneamente, de descida e de subida, como o revela o dinamismo da Cruz, onde Jesus é humilhado e ao mesmo tempo exaltado.

A escada, imagem da Cruz, pela qual chegamos ao Céu, segundo Santa Rosa de Lima, permite-nos visualizar este caminho do amor de Deus, descendo e subindo os seus diversos degraus.

>> Ler mais

>> Leia aqui a MENSAGEM DO SANTO PADRE PARA A QUARESMA 2018

1.º Domingo
da Quaresma

O amor é paciente

Sou capaz de aceitar o ritmo, o feitio e o modo de ser dos outros? Ou perco a paciência com a lentidão e o jeito de ser dos que me rodeiam?

PRECE
Pelas vezes que nos colocámos no centro do mundo e impusemos a nossa vontade aos outros, Senhor, tende piedade de nós.
Pelas vezes que reagimos com agressividade, ira e azedume para com os irmãos, Cristo, tende piedade de nós.
Pelas vezes que não aceitámos os outros na sua maneira singular de ser e agir, Senhor, tende piedade de nós.

2.º Domingo
da Quaresma

O amor não procura o seu próprio interesse

Amo a todos sem exceção? Ou vivo no reino da utilidade?

PRECE
Pelas vezes que fomos egoístas, sem capacidade de nos colocarmos ao serviço dos irmãos,Senhor, tende piedade de nós.
Pelas vezes que só amámos os que que nos agradam ou nos são úteis, Cristo, tende piedade de nós.
Pelas vezes que ficámos reféns do reino da utilidade e de uma vontade sem amor, Senhor, tende piedade de nós.

3.º Domingo
da Quaresma

O amor não é invejoso

Sou capaz de dar o meu tempo, o meu saber, os meus bens? Ou fico perturbado(a) com a riqueza e o sucesso dos outros?

PRECE
Pelas vezes que sentimos desgosto pelo bem e sucesso dos outros, Senhor, tende piedade de nós.
Pelas vezes que nos concentrámos exclusivamente no nosso bem-estar e não fomos capazes de partilhar, Cristo, tende piedade de nós.
Pelas vezes que por inveja destruímos o bom nome dos irmãos, Senhor, tende piedade de nós.

4.º Domingo
da Quaresma

O amor é amável

Sou simpático(a) e afável para com todos? Ou sou rude, inconveniente e duro(a) no trato com os outros?

PRECE
Pelas vezes que não fomos capazes de assumir as alegrias e tristezas dos outros, Senhor, tende piedade de nós.
Pelas vezes que não fomos capazes de incentivar, fortalecer e consolar os irmãos, Cristo, tende piedade de nós.
Pelas vezes que usámos palavras ásperas que feriram e desanimaram os irmãos, Senhor, tende piedade de nós.

5.º Domingo
da Quaresma

O amor não é arrogante nem orgulhoso

Sou humilde? Ou julgo-me superior aos outros e só falo de mim mesmo(a)?

PRECE
Pelas vezes que nos julgámos superiores aos outros, Senhor, tende piedade de nós.
Pelas vezes que fomos indiferentes para com aqueles que sofrem e passam necessidades, Cristo, tende piedade de nós.
Pelas vezes que fomos arrogantes e humilhámos os irmãos, Senhor, tende piedade de nós.

6.º Domingo
da Quaresma

O amor tudo suporta

Aceito com serenidade e um sorriso todas as contrariedades da vida? Ou sou incapaz de suportar qualquer dor, desgosto ou sacrifício?

PRECE
Pelas vezes que nos deixámos dominar pelo ressentimento, pelo desprezo das pessoas e pela vingança, Senhor, tende piedade de nós.
Pelas vezes que respondemos à violência com outra violência e à injustiça com outra injustiça, Cristo, tende piedade de nós.
Pelas vezes que as afrontas e incompreensões dos outros tornaram o nosso coração fechado e insensível à dor dos irmãos, Senhor, tende piedade de nós.

 

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Caminhada de Advento | Natal 2017-2018

Caminhada diocesana para o advento e natal
Concretiza o testamento pastoral de António Francisco

Movidos pela estrela que brilha no amor!

Em sintonia com o lema do nosso Plano Diocesano de Pastoral 2017/2018, “Movidos pelo amor de Deus”, propomos uma caminhada que seja isso mesmo: um movimento de saída, rumo ao Presépio de Belém, onde, na simplicidade de uma casa da periferia, entre uma mãe e um pai, cheios de fé e de amor, brilha a Estrela Maior, Jesus Cristo, o verdadeiro Sol Nascente, “cujos raios dão a vida” (Papa Francisco, Lumen Fidei, n.º 1).

E essa Estrela que brilha no amor move-nos na edificação de uma família e de uma comunidade, que brilha, no dizer do Papa Francisco, quando “quando é missionária, acolhedora, livre, fiel, pobre de meios e rica no amor”.

Inspirados neste seu testamento pastoral, desenhado nas belas imagens da casa de família e do rosto da Igreja que brilha, pensamos toda esta caminhada diocesana. É nossa ideia e propósito fundamental fazer brilhar a Estrela do Amor na Igreja (a grande família), na família (Igreja doméstica), e nas comunidades cristãs, chamadas a crescer como família de famílias.

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CAMINHADA DE ADVENTO: Com Maria e José, sonhar a alegria do Natal

Mais uma vez, a Diocese do Porto propõe às famílias, às paróquias, às comunidades e outras realidades eclesiais, uma caminhada comum, para vivermos, em sintonia, os tempos fortes do Advento e do Natal. Trata-se de uma proposta que assenta na ideia de sonhar, com Maria e José, “a família” e "em família" a alegria do Natal.

A imagem simbólica da caminhada é a árvore que, em casa ou na paróquia ou outra comunidade eclesial, deverá ser decorada, semana a semana, com os sonhos, que a família tem para si mesma, ou que as comunidades eclesiais projetam como ideal para a sua identidade familiar e renovação pastoral.

O sentimento dominante é o da «alegria do amor em família» fortemente inspirado na Exortação Apostólica do Papa Francisco, com esse nome ("Amoris Laetitia). É proposto também um caminho de oração, em família, com um mistério do rosário, por semana, numa estrutura celebrativa simples e familiar, adaptada à caminhada, marcada assim pela recitação dos mistérios associados à alegria e à infância de Jesus. O Apêndice 4 da caminhada, aqui em anexo, é uma leitura meditada e guiada, para dar conteúdo às atividades de cada semana.

DOWNLOAD:: CAMINHADA DE ADVENTO
DOWNLOAD:: APÊNDICE À CAMINHADA DE ADVENTO

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Caminhada de Advento: IV semana

Sentido da caminhada: do cabaz à manjedoura

Do cabaz de Natal…

O cabaz de Natal, recheado e decorado, faz parte das nossas tradições natalícias e é um símbolo da partilha e da “onda de solidariedade” que este acontecimento desperta nos crentes e em todos os homens e mulheres de boa vontade.

Hoje em dia é muito utilizado como forma de agradecer a presença de alguém ao longo do ano, a companhia e a amizade dos colegas de trabalho, ou ainda como expressão de agradecimento pelo bom desempenho dos colaboradores de uma empresa ou instituição. Mas o cabaz é sobretudo um dos símbolos mais eloquentes do Natal e um dos gestos solidários mais significativos, com os mais pobres e frágeis da terra.

…até à manjedoura de Belém!

Neste Natal, o cabaz, que queremos apresentar, cheio de bons frutos, terá de ser “esvaziado”. Procuraremos que esse “vazio” aberto se encha de boas obras (expressas nos rolos de papel) e se torne assim “a manjedoura”, o lugar onde se alberga a nossa salvação. O cabaz familiar esvaziado no cabaz paroquial e este esvaziado na ajuda às famílias tornar-se-á então a manjedoura que abriga a vida d’Aquele pelo Qual todos somos salvos: “um recém-nascido, envolto em faixas e deposto numa manjedoura” (Lc 2,12).

Imbuídos e iluminados por esta simbologia propomos a seguinte “Caminhada de Advento-Natal 2015-2016”, com o lema “Há mais alegria em dar (-se)” (At 20,35)! “Felizes os misericordiosos” (Mt 5,7)!

 

Datas

Referências bíblicas

Palavras-chave

Gestos simbólicos

Desafios para vivência semanal
(com algumas sugestões)

1.ª Semana do Advento

“O Senhor vos faça crescer e abundar na caridade uns para com os outros e para com todos”(1 Ts 3,12)!

Caridade

(arroz)

VERDE

- Apresentar o cabaz paroquial vazio.
- Construir o cabaz
em família.

Dá!
- Abdicar de algo material e colocá-lo no cabaz…
- Prestar atenção à família e àqueles que a rodeiam.
- Auxiliar aqueles que necessitam de ajuda
nas pequenas tarefas do dia a dia.

2.ª Semana do Advento

“Tenho plena confiança de que Aquele que começou em vós tão boa obra há de levá-la a bom termo, até ao dia de Cristo Jesus” (Fl 1,6)!

Confiança

(massas)

AZUL

-Esvaziar o cabaz familiar ou de grupo
para o cabaz paroquial.
Confia!
- Dedicar algum do tempo à oração confiante.
- Experimentar o conforto e o consolo
de um Deus que confia em ti.
3.ª Semana do Advento

“Seja de todos conhecidaa vossa bondade”(Fl 4,5)!

Bondade

(enlatados)

VERMELHO

- Esvaziar o cabaz paroquial.
- Começar a encher o cabaz paroquial
com os “rolos”.
- Distribuir
o cabaz paroquial pelos pobres.

Sê bom!
- Disponibilizar-se para ajudar alguém.

- Visitar, sozinho ou em família, um amigo, um vizinho, um doente, uma pessoa só.
4.ª Semana do Advento “Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino exultou-lhe no seio”(Lc 1,41)!

Acolhimento

(leite)

AMARELO
- Continuar a encher o cabaz paroquial com os “rolos” (“palhinhas”).

Acolhe!
- Telefonar/marcar um encontro com alguém que não se veja há muito tempo.
- Procurar, dentro da comunidade, alguém que viva sozinho (ou não tenha família)

para partilhar a Ceia de Natal.
Natal “Não temais, porque vos anuncio uma grande alegria, que o será para todo o povo: nasceu-vos hoje, na cidade de David, um Salvador, que é Cristo Senhor”(Lc 2,10-11)! Alegria

- Colocar o Menino Jesus no cabaz transformado em manjedoura.

- Dar o Menino a beijar.

Alegra-te!
Levar aos outros esta mensagem:
“Deus ama-te, Cristo veio por ti.
 Para ti, Cristo é

Caminho, Verdade, Vida”!

 

 

 

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