Celebrações tempo de Natal

  • 24 de dezembro
    • “Missa do Galo”, às 24h.
  • 25 de dezembro: Solenidade de Natal
    • Igreja Paroquial: às 10h45, 12h, 13:15h e 19h.
    • Igreja dos Pastorinhos: às 9h30.
  • 26 de dezembro: Véspera da Festa da Sagrada Família
    • Igreja Paroquial: às 16h e às 19h.
    • Igreja dos Pastorinhos: às 18h.
  • 27 de dezembro: Festa da Sagrada Família
    • Igreja Paroquial: às 10h45 e 12h.
    • Igreja dos Pastorinhos: às 9h30.
  • 31 de dezembro: Véspera da Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus
    • Igreja Paroquial: às 19h.
  • 01 de janeiro: Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus
    • Igreja Paroquial: às 10h45 e 12h.
    • Igreja dos Pastorinhos: às 9h30.
  • 02 de janeiro: Véspera da Solenidade da Epifania
    • Igreja Paroquial: às 11h30.
  • 03 de janeiro: Solenidade da Epifania
    • Igreja Paroquial: às 10h45 e 12h.
    • Igreja dos Pastorinhos: às 9h30.

Quem desejar receber o sacramento da reconciliação pode dirigir-se à secretaria da Paróquia ao longo dos dias 21 a 24, segunda-feira a quinta-feira.

Partilha

Celebrar o Natal em tempo de pandemia

Nota do Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa

1. Damos graças a Deus que neste Natal de 2020 nos convoca a um encontro mais íntimo e essencial com o Emanuel que veio salvar-nos. Queremos levar até ao presépio principal das nossas igrejas – o altar onde o Verbo encarnado se faz nosso Pão – a oferenda da dor e solidão de tantas famílias que vivem horas de sobressalto ou de luto, a generosidade de tantos homens e mulheres que de muitos modos e nos mais diversos âmbitos se dedicam a aliviar esses sofrimentos, os progressos da investigação científica e da solidariedade humana que fazem acender um farol de esperança no horizonte da família humana.

2. Acolhemos as orientações anunciadas pelas autoridades civis e sanitárias: permitir às famílias algum reencontro e celebração comum das próximas festas do Natal. E fazemos nossa a recomendação que as acompanha: que a alegria da festa e dos encontros familiares seja acompanhada de todas as cautelas, de modo que às festividades não suceda nova vaga de contágios com os consequentes sofrimentos e lutos.

3. O anúncio é auspicioso não apenas para as famílias – Igrejas domésticas – mas também para a grande família eclesial que vê, assim, ampliadas as possibilidades de celebrar em comunidade festas tão marcantes na vida da fé. Congratulamo-nos porque as orientações anunciadas nos permitem celebrar em assembleia não apenas nas manhãs dos dias de Natal, do Domingo da Sagrada Família (27 de dezembro) e da Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus (1 de janeiro), mas também na véspera desses dias festivos e na tarde dos dias de Natal e de Ano Novo.

4. Desde já agradecemos a disponibilidade generosa dos Sacerdotes para proporcionarem aos fiéis ocasiões ampliadas de participação na Liturgia festiva desta quadra, ao mesmo tempo que os exortamos a manter todos os cuidados, conforme as nossas orientações de 8 de maio. Coerentemente, abstenham-se da prática tradicional de dar a imagem do Menino a beijar, substituindo esse gesto de veneração afetuosa por qualquer outro que não implique contacto físico e previna aglomerações.

5. A todos os que se enquadram nas chamadas «situações de risco» e a quantos estão de facto impedidos de participar presencialmente na Eucaristia, convidamo-los a santificar estes dias pela oração e pela caridade, pondo no centro da sua vivência natalícia a fé em Jesus Cristo, Deus que se fez nosso irmão, e o amor ao próximo.

6. Por fim, exortamos todas as famílias cristãs a avivarem a consciência da principal razão de ser destes seus encontros e convívios – o nascimento de Jesus, que introduz a humanidade na Família do próprio Deus, realizando na terra a fraternidade e a paz – e os enriqueçam com algum momento de oração em redor da mesa ou junto ao presépio e, se possível, com a participação conjunta na Eucaristia festiva das suas comunidades.

Fátima, 9 de dezembro de 2020

Partilha

Para todos ...

O momento que agora vivemos é verdadeiramente sério. A pandemia alterou as nossas vidas, privou-nos de tantas vivências. Há situações que irão permanecer na memória, e algumas delas, deixando danos difíceis de reparar.

Os hospitais estão a ficar sem vagas. Os profissionais de saúde esgotados. Todos nós, cada vez mais, intolerantes, impacientes e cansados “de tudo isto”.

É imprescindível que todos nós façamos esta pergunta a nós mesmos: “E se eu amanhã tenho verdadeira necessidade de ir para um hospital?”

Pois é! Por isso não é o melhor momento para criar divisões, conflitos, fazer comparações, ver quem é ou não beneficiado com isto ou com aquilo.

É o momento de pensarmos em todos. No próximo domingo celebramos o 4º dia mundial do pobre. Diz o Papa Francisco na mensagem para esse dia: “esta pandemia chegou de improviso e apanhou-nos impreparados, deixando uma grande sensação de desorientamento e impotência. (…) Este período que estamos a viver colocou em crise muitas certezas. Sentimo-nos mais pobres e mais vulneráveis, porque experimentamos a sensação da limitação e a restrição da liberdade. A perda do emprego, dos afetos mais queridos, como a falta das relações interpessoais habituais, abriu subitamente horizontes que já não estávamos acostumados a observar. As nossas riquezas espirituais e materiais foram postas em questão e descobrimo-nos amedrontados. Fechados no silêncio das nossas casas, descobrimos como é importante a simplicidade e o manter os olhos fixos no essencial. Amadureceu em nós a exigência duma nova fraternidade, capaz de ajuda recíproca e estima mútua. Este é um tempo favorável para «voltar a sentir que precisamos uns dos outros, que temos uma responsabilidade para com os outros e o mundo (...)”.

Precisamos uns dos outros. Unidos como família cristã, convido a todos a viver estes dias de recolher obrigatório, não como uma “privação forçada” dos nossos direitos e liberdades, mas focados no bem comum. O que nos é pedido para fazer bem é: ficar em casa. Só isso!

Seguindo as orientações recebidas, neste fim de semana e no próximo - para já - teremos missa vespertina no sábado às 11h30. No domingo teremos a celebração da missa às 10h45 e às 12h.

No sábado à tarde enviarei um esquema de celebração para ser rezado em família para aqueles que não possam participar na missa.

Usemos este tempo para estar em família e rezar uns pelos outros. Rezemos de modo particular pelos doentes e por todos os que nos hospitais cuidam deles com tanta dedicação.

Unidos como família cristã
Pe. Feliciano Garcês

Partilha

Nota Informativa - Diocese

O Decreto 8/2020, de 8 de novembro, estabelece limites à circulação dos cidadãos por motivos da pandemia. Na prática, toda a área da Diocese do Porto é afetada por esta normativa. Embora a liberdade religiosa não possa ser afetada, nós, Igreja diocesana, seremos os primeiros a contribuir, com o nosso comportamento responsável, para minimizar um problema que a todos aflige e está longe de ficar controlado.

De acordo com a subalínea iv) da alínea b) do número 1 do Artº 3º, do referido Decreto, os ministros do culto, desde que no exercício da sua função e acompanhados pelo documento que os credita para tal –no caso dos sacerdotes e diáconos, o bilhete de identidade sacerdotal/diaconal atualizado- não estão abrangidos pela proibição de circulação “diariamente, no período compreendido entre as 23:00 h e as 05:00 h, bem como aos sábados e aos domingos no período compreendido entre as 13:00 h e as 05:00 h”. Entretanto, de forma geral, os fiéis leigos não podem circular nesses horários.

Atendendo a isso, e durante o tempo em que vigorar o estado de emergência, ouvidos os senhores Bispos Auxiliares, solicito se cumpram as seguintes orientações:

  • Suspenda-se toda a atividade presencial (Missas, devoções populares, funerais, catequese, etc.) nos períodos anteriormente referidos.
  • Tente-se que a catequese prevista para esses horários se desenvolva, com a normalidade possível, por meios digitais.
  • Tenha-se em atenção os horários das celebrações para que as pessoas possam regressar às suas moradas sem infligir o dever de recolhimento obrigatório.
  • A título excecional, e desde que haja absoluta necessidade, concede-se que as habituais Missas vespertinas para o cumprimento do preceito dominical possam ser antecipadas para a manhã de sábado.
  • Retifico as disposições de um ou outro sacerdote que já tinha disposto, por iniciativa própria, o que se refere no número anterior.

Porto, 9 de novembro de 2020
+ Manuel, Bispo do Porto

Partilha

Agenda Semanal

É com muita alegria e entusiasmo que podemos retomar, aos poucos e com todos os cuidados, a nossa vida comunitária.
Agradeço a todos o empenho, de modo particular, aos que colaboram no acolhimento e zelam pela nossa segurança.

Mês de junho: mês do Coração de Jesus. Adoração ao Santíssimo, sexta-feira das 17h às 18h 30.

  • 12 de junho (sábado)
    • Celebração da Profissão de fé, catequese 6º ano, às 11h.
    • Reunião Narcóticos anónimos, às 18h.
  • 14 de junho (2ª feira)
    • Reunião Legião de Maria (online), às 21h.
    • Reunião Grupo de Leitores, às 21h.
  • 15 de junho (3ª feira)
    • Preparação para a Profissão de Fé: Confissões e entrega de túnicas, das 17h30 às 20h.
    • Reunião Grupo Litúrgico, às 21h 30m.
    • Reunião Grupo Comunhão e Libertação, às 21h.
  • 16 de junho (4ª feira)
    • Ensaio do Coro Cantate Domino, às 21h 30m.
    • Famílias Anónimas, às 21h.
    • Trabalho Voluntários Vin Por Ti, às 21h.
  • 17 de junho (5ª feira)
    • 9º aniversário da Dedicação da Igrejas dos Pastorinhos, em Francos, missa às 20h30m.
    • Reunião Narcóticos anónimos, às 21h.
  • 18 de junho (6ª feira)
    • Adoração ao Santíssimo, sexta-feira das 17h às 18h 30.
    • Reunião Narcóticos anónimos, às 18h 30m.
    • Reunião grupo ARO (Acção, Reflexão e Oração), às 21h30m.
  • 19 de junho (sábado)
    • Celebração da Profissão de fé, catequese 6º ano, às 11h.
    • Reunião Narcóticos anónimos, às 18h 30m.
    • Encontro de animadores de jovens: 18h - ensaio, 19h - missa, após a missa há uma actividade conjunta.

 

Unidos como família cristã.
Pe. Feliciano Garcês

Partilha

Catequese - Orientações

Estamos a dar início ao novo ano pastoral. Teremos como lema: Unidos como família cristã. Este ano começa em circunstâncias particulares que exigem de nós um cuidado muito grande. A catequese é importante para as crianças e adolescentes. Depois de termos recolhido várias opiniões, temos reunidas as condições para dar início ao novo ano de catequese com sessões presenciais.
Peço a vossa atenção para as orientações que se seguem, tendo sempre presente, que em qualquer momento podem estar sujeitas a modificações, de acordo com as orientações que possam surgir das entidades competentes.
27 de setembro (domingo): Missa de início de catequese: compromisso de catequistas, às 10h45.
28 de setembro (2ª feira): Início dos encontros de catequese.

Horário da catequese
O horário da catequese: 2ª, 3ª e 4ª feira:
1º e 2º ano: das 18h15 às 19h15.
3º e 4º ano: das 18h30 às 19h30.
5º e 6º ano: das 18h45 às 19h45.
Ao sábado: das 17h30 às 18h30.

Os encontros serão semanais mas, nos grupos mais numerosos, podem passar a quinzenais, isto é, dividir o grupo em dois. Assim, metade vem à catequese e a outra metade fica em casa. Será bom para os que ficam em casa ter uma actividade relacionada com o tema para realizar em família. Cada catequista gere o seu grupo de acordo com o número de catequizandos e a sala disponível.

A entrada continua a ser a mesma, mas sem a passagem pelo salão e pelo bar; faz-se pela porta mais à direita no pátio interior. À chegada as crianças irão directamente para as salas. Os catequistas entram pela porta da portaria da paróquia e deslocam-se para as salas, onde esperam as crianças.
À entrada todos devem usar máscara e será feita a higienização das mãos. Todos devem entrar devidamente higienizados, com máscara e fazendo todo o possível para não se cruzar com outras pessoas.

O contacto com as famílias pode ser feito no pátio, mantendo o distanciamento físico recomendado, possibilitando que a articulação possa ser veiculada ou complementada, regularmente, via telefone ou por meios digitais, de modo a que, na adaptação a esta nova realidade, haja articulação e continuidade entre os catequistas e a família.

O acesso às salas é limitado apenas aos catequistas e às crianças. Nas salas serão mantidas as medidas de distanciamento, garantindo a maximização do espaço entre pessoas. Desta forma, as mesas das salas estarão dispostas com a mesma orientação, evitando uma disposição que implique as crianças viradas de frente uns para as outras. Nas salas estarão apenas os acessórios e materiais essenciais para as atividades da catequese, não haverá material comum, cada criança terá o seu material individual necessário. Será privilegiado o uso do próprio material e será proibida a sua partilha. Qualquer material que necessitem será de uso único e individual.
A ventilação e arejamento das salas e corredores serão mantidas, sempre que possível, nunca comprometendo a segurança das crianças.
As idas à casa de banho serão de 1 criança de cada vez.

A sala de isolamento é no piso 1, está devidamente identificada e sinalizada, tendo um WC específico e igualmente identificado e sinalizado no mesmo piso da sala de isolamento (Piso 1). Estará equipada com: cadeiras, telefone, água, sumos e bolachas (tudo em doses individuais).

Será maximizado o distanciamento físico entre as crianças quando estão em mesas, sem comprometer o normal funcionamento das atividades da catequese.
Será assegurada a higienização e desinfeção das instalações de acordo com as recomendações da DGS (Orientação 014/2020), recorrendo a detergentes e desinfetantes certificados.
Será assegurada a higienização dos locais mais suscetíveis de contaminação (como corrimãos, interruptores e maçanetas de portas e janelas) várias vezes.
Estará disponível sabonete líquido com comando não manual para a lavagem das mãos, toalhetes de papel para a secagem de mãos e caixote do lixo com saco plástico, de comando não manual.
Apesar das regras atuais de distanciamento físico, importa não perder de vista a importância das aprendizagens e do desenvolvimento das crianças.
É igualmente importante estar atento ao bem-estar das crianças e responder às necessidades emocionais, físicas e cognitivas das mesmas, uma vez que o desenvolvimento e a aprendizagem são indissociáveis.

É essencial considerar que as interações e as relações que as crianças estabelecem com os adultos e com as outras crianças são a base para a sua aprendizagem e desenvolvimento.
É muito importante prestar atenção às suas dúvidas e angústias, tranquilizando-as e ajudando-as a compreender a importância do cumprimento destas novas regras, para a segurança e bem-estar de todos.

Continuaremos a manter a celebração das 10h45 como a “missa da catequese”. A preparação terá em conta as circunstâncias que vivemos.
As festas de cada ano de catequese serão celebradas. A exemplo do que aconteceu no mês de julho, com a Primeira Comunhão e Profissão de Fé, iremos preparar cada celebração com cuidado para serem celebradas com dignidade sendo, também, um marco significativo na caminhada de fé de todas as crianças e suas famílias.

Relembro que ainda podem fazer a inscrição para a catequese; e peço o vosso contributo e disponibilidade de modo particular para ser catequista.

Unidos como família cristã
Pe. Feliciano Garcês

Partilha

Grupo de Acólitos

Site do Grupo de Acólitos da Paróquia da Nossa Senhora da Boavista.

Diocese do Porto

Site da Diocese do Porto.