Paróquia, Comunidade Responsável e Participativa

“…A paróquia é de todos, para todos e construída por todos….”

Na Igreja, pelo baptismo, todos somos iguais em dignidade e todos somos responsáveis pela única missão do Povo de Deus no mundo: anunciar a toda a criatura “A doce e reconfortante alegria do Evangelho” (EG n.º9).Todos somos responsáveis da mesma maneira por esta missão, já que pela acção do Espírito Santo existem distintos ministérios, carismas e serviços. Contudo, esta diversidade não deve diminuir a responsabilidade comum, mas sim reforçá-la. A pluralidade de dons e funções demonstra que necessitamos uns dos outros nesta tarefa de levar a Alegria do Evangelho às pessoas com quem nos encontramos. Uma paróquia renovada multiplica as pessoas que realizam serviços e acrescenta ministérios para que todos se sintam fraternalmente acolhidos, valorizados, visíveis e eclesialmente incluídos.

Pluralidade de carismas e de ministérios não significa caos ou ameaça à unidade da comunidade, mas antes, riqueza de dons do Espírito, que é uno e actua para construir a unidade e a caridade. A paróquia é de todos, para todos e construída por todos.

No misterioso entrelaçamento entre o agir de Deus e aquele do homem, a proclamação do Evangelho acontece através de homens e mulheres que tornam credível aquilo que anunciam com a vida, numa rede de relações interpessoais que geram confiança e esperança. No período atual, muitas vezes assinalado pela indiferença, pelo fechamento do indivíduo em si mesmo e pela rejeição do outro, a redescoberta da fraternidade é fundamental, a partir do momento que a evangelização está estreitamente ligada à qualidade das relações humanas. Assim, a comunidade cristã faz da palavra de Jesus estímulo a «avançar sempre mais profundo» (Lc 5, 4), na confiança que o convite do Mestre de lançar as redes garante a si a certeza de uma “pesca abundante”. A “cultura do encontro” é o contexto que promove o diálogo, a solidariedade e a abertura a todos, fazendo emergir a centralidade da pessoa. É necessário, portanto, que a paróquia seja um “lugar” que favorece o estar juntos e o crescimento das relações pessoais duradoUras, que consintam a cada um de perceber o sentido de pertença e de ser bem quisto.

Apesar das restrições da pandemia do Covid-19, tudo faremos para que as actividades possam acontecer, e tomaremos todas as medidas para garantir a segurança de todos.

Faça aqui o download da Ficha de colaboração pastoral: para quem desejar colaborar, integrar um ou  mais grupos da paróquia, de acordo com a sua disponibilidade.

Ficha também disponível na Secretaria da Paróquia.

 

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Obrigado!

Estamos a terminar o ano pastoral. Um ano muito diferente por causa da pandemia que desde março alterou tudo o que tínhamos previsto. O confinamento surgiu com o estado de emergência e muitas das actividades pastorais tiveram que ser suspensas. A paragem aconteceu num momento muito especial do ano pastoral: em plena quaresma, proximidade do dia do pai, preparação para a Festa do Perdão, preparação para o campo de férias de Páscoa, Semana Santa, Tríduo Pascal… Estivemos unidos na celebração da eucaristia pelo Facebook. Com o passar do tempo fomo-nos reinventando de modo particular na catequese, jovens. Não foi como antes, mas a “chama” manteve-se viva e todos nós conscientes de sermos verdadeiros discípulos do Senhor.

Com o regresso às celebrações com fiéis fomos confrontados com uma nova realidade: equipas de acolhimento, distância social, máscaras, comunhão na mão… Graças a Deus as celebrações têm sido serenas e com boa participação.

Ao longo deste mês de julho, com todas as condicionantes nas celebrações, foi possível celebrar a Primeira Comunhão e Profissão de Fé. Todas as crianças tiveram a oportunidade de se confessarem, assim como os seus pais e padrinhos. Todas as celebrações, com pequenos grupos, foram vividas com intensidade, profundidade, alegria e simplicidade. Obrigado aos catequistas e aos pais que tudo fizeram para que as crianças dessem mais este passo. Obrigado, ainda, a todos os que participaram na preparação das crianças: preparação das confissões, distribuição de túnicas, grupo coral e equipas de acolhimento. Muito obrigado a todos pela fé, empenho, dedicação e disponibilidade. Unidos como verdadeiros discípulos do Senhor

 

Pe. Feliciano Garcês

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Obra ABC

Juntos podemos construir um mundo melhor. A união faz a força.
Obrigado pela vossa generosidade e solidariedade para com a Obra ABC.
Desta forma, todos os jovens têm acesso às aulas.

Pe. Feliciano Gracês.
Diretor Obra ABC

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Elevação a Paróquia da comunidade de Nossa Senhora da Boavista

Estrutura católica funcionava em regime experimental desde 1973

Porto, 22 ago 2019 (Ecclesia) – O bispo do Porto decretou a elevação a Paróquia da comunidade católica de Nossa Senhora da Boavista, que até agora funcionava em regime experimental.

No decreto publicado na página online da Diocese do Porto, D. Manuel Linda destaca uma comunidade que, desde que começou a caminhar como paróquia experimental em 1973, tem crescido de forma estável, “em número e em vitalidade eclesial”.

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Grupo de Acólitos

Site do Grupo de Acólitos da Paróquia da Nossa Senhora da Boavista.

Diocese do Porto

Site da Diocese do Porto.